Entrecultura conversou com a Jacinta Dias, a nossa “Chiquinha Gonzaga”.

Por suporte - 08/02/2018 12h49

 

Dá gosto conversar com a Dona Jacinta Dias. Mulher, cantora,compositora, apaixonada pela vida e pelo carnaval. Direta e sem rodeios, a “Chiquinha Gonzaga” de Teresina, conversou rapidamente com o Entrecultura.

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Entrecultura: Onde e quando a senhora descobriu a música na sua vida? E as composições, surgiram como?

Jacinta: Aqui em Teresina. Acho que já nasci com a música correndo em minhas veias. As composições faziam parte do meu tratamento [de câncer], para me distrair comecei a fazer música. Minha primeira música fala sobre o mosquito da dengue.

 

 

Entrecultura: Existe método na hora de compor? Compõe sempre marchinhas de carnaval?

Jacinta: Não há métodos. Sempre escrevo marchinhas, mas faço outros tipos de músicas: românticas, sertaneja, forró entre outras.

 

Entrecultura: Muitos artistas contam de uma “fonte de inspiração” no ato de compor. Qual é a sua fonte de inspiração?

Jacinta: Não existe fonte de inspiração, quando um assunto ou tema me chama atenção, começo a compor.

 

 

 

Entrecultura: Quais as novidades para 2018? Teremos novas composições?

Jacinta: Ainda não tenho, mas logo vai aparecer, com certeza, pois é o que gosto de fazer.

 

Entrecultura: Qual a diferença entre os carnavais de antigamente para esse de 2018?

Jacinta: Existe muita diferença. Antigamente os carnavais eram mais centrados só com marchinhas hoje tocam todos os ritmos, do axé ao sertanejo.

 

 

Fotos: Thais Guimarães

 

 

Entrecultura: A senhora compôs uma música chamada “Sai fora Temer” que representa bem nosso atual momento político. Como a senhora avalia a situação de artistas compositores em Teresina? Existe incentivo e mercado? Jacinta: É muito difícil, pois não temos patrocínios para divulgar nosso trabalho, então fica difícil, não só no meio artístico e de compositores, mas em geral, não temos incentivo. O mercado também é muito precário.

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