O Vampiro rendido ou o guia de cegos sem identidade

Por Eduarda Araújo - 22/07/2020 13h21

 Autor piauiense realiza produção crítica sobre a Vampirização da imagem de Torquato Neto, parte II  já está disponível

Bruno Baker (foto: arquivo pessoal)

Bruno Baker(34) é autor piauiense, formado em história e atualmente é  curador do acervo Arnaldo Albuquerque. Ele já possui 5 livros escritos para a plataforma digital Clube de autores e agora decidiu expor uma produção crítica sobre a Vampirização da imagem de Torquato Neto.

Segundo o autor “a nova geração em grande parte e alguns produtores de cultura , só permeiam a figura de Torquato Neto como o único poeta do Piauí e isso é um grande erro, o nosso estado é rico de outros poetas que também podemos destacar e retirar do limbo.”

O texto foi dividido em partes! A parte um já está disponível no instagram @riverao_barrocaoser, e foi publicada aqui no Entrecultura!

A parte dois já esta disponivel para leitura! Confira:

 

O Vampiro rendido ou o guia de cegos sem identidade

Nem toda palavra guarda uma cilada nem tudo é transparente em cada forma e a dignidade humana se firmará a machadadas? Creio que em um ou vários teoremas pós modernos, a lei da desconstrução cultural vai equivaler mais.

Torquato nunca precisou celebrar o coitadismo achincalhado de ser piauiense, o terror da vermelha e sua trilha sonora não é macumbaria de cinema marginal, ali é um testamento Reichiano.
Teresina têm isso, celebra seus melhores filhos, depois destes terem sido ” cuspidos, mastigados e engolidos pelo monstro Sist” e totalmente fora do curral mimético.
Aí um grupelho, ou melhor, fedelhos torquateanos celebram o sempre do mais do mesmo.
Necrofilia é conversa de ressentido? Nem sempre. Na filosofia zen é assim: “Existe o meu, o teu e o verdadeiro, o resto são reflexos cambiantes”.
Torquato, não torço por você nesta Descerebração macaqueada.
E fim de papo.

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