Sempre Teremos o Verão

Resenha do livro Sempre Teremos o Verão: O Final da Trilogia Jenny Han

Se você acompanhou a jornada de Belly, Conrad e Jeremiah até aqui, sabe que a Trilogia Verão é uma montanha-russa de emoções. E, finalmente, chegamos ao desfecho com Sempre Teremos o Verão. Será que o final faz jus a todo o drama que vivemos em Cousins Beach?

Prepare o coração (e talvez os lenços), porque vamos mergulhar na história que divide opiniões e fecha esse ciclo inesquecível de Jenny Han.

O Enredo: Um Salto no Tempo e Novas Escolhas

A história começa dois anos após os eventos do segundo livro. Belly agora está na universidade e namorando firme com Jeremiah. Tudo parece estar nos trilhos, até que uma bomba cai no colo da protagonista: uma traição (ou um tempo mal interpretado, dependendo de quem você pergunta) abala a confiança do casal.

Para tentar consertar as coisas e provar seu amor, Jeremiah faz um pedido inesperado: ele pede Belly em casamento. Mesmo sendo super jovens e contra a vontade da família — especialmente da mãe de Belly, Laurel —, eles decidem seguir em frente com os planos.

O problema? O cenário para os preparativos do casamento é a velha casa de praia em Cousins Beach. E adivinha quem está lá? Isso mesmo: Conrad.

O Eterno Triângulo Amoroso

É aqui que a mágica (e a confusão) acontece. Enquanto Jeremiah está ocupado ou agindo de forma um pouco imatura em relação aos detalhes do casamento, é Conrad quem acaba ajudando Belly com os preparativos. Essa convivência faz com que antigos sentimentos, que Belly jurava ter enterrado, voltem com força total.

Jenny Han constrói uma tensão palpável. De um lado, temos a segurança e a amizade de Jeremiah (apesar dos erros). Do outro, a conexão profunda e inevitável com Conrad.

O livro nos força a perguntar: é possível escolher quem amamos? Ou o coração simplesmente decide por nós?

Por que esse livro causa polêmica?

Vou ser sincera com você: esse é o livro mais polêmico da trilogia. Muitos fãs ficaram frustrados com o rumo de certos personagens.

  • Team Jeremiah: Pode sentir que o personagem foi um pouco estragado para justificar a escolha final da Belly. Ele mostra um lado mais irresponsável que não víamos tanto antes.
  • Team Conrad: Vai adorar ver o amadurecimento dele. Ele finalmente consegue expressar o que sente, mesmo que o timing seja péssimo.

Independente do seu time, a escrita da Jenny Han continua fluida e viciante. Você devora as páginas querendo saber quem vai estar no altar (ou se vai ter altar!).

Vale a pena ler?

Com certeza! Mesmo que você passe raiva em alguns momentos, Sempre Teremos o Verão é necessário para fechar o ciclo de amadurecimento da Belly. O final não é apenas sobre com quem ela fica, mas sobre ela descobrir quem ela é longe dos irmãos Fisher.

Se você gosta de histórias que misturam romance, drama familiar e aquela vibe única de férias, vai se emocionar com o desfecho.

Onde encontrar mais romances de verão?

Se ao terminar essa trilogia você ficar com aquela ressaca literária e precisando de mais uma dose de romance intenso com cenários de praia, tenho uma dica perfeita. Existe outro livro que captura essa essência de verão, segredos e paixões avassaladoras de um jeito único.

Para continuar no clima, confira esta resenha completa de Até o Verão Terminar, um sucesso de Colleen Hoover que também vai mexer com o seu coração. É a leitura ideal para quem não quer que a estação acabe nunca!

Conclusão

Sempre Teremos o Verão entrega um final agridoce e realista. Ele nos lembra que o amor nem sempre é simples e que crescer envolve tomar decisões difíceis. Se você chorou, riu e torceu por Belly Conklin, esse livro é o adeus (ou o até logo) que você precisava.

E você? Ficou feliz com a escolha final ou mudaria tudo? A discussão sobre Conrad e Jeremiah provavelmente vai durar… para sempre!

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