Amado 2022: O justiceiro de Ceilândia que o cinema brasileiro insiste em aplaudir
Edu Felistoque e Erik de Castro entregam um thriller policial tecnicamente funcional, mas que tropeça feio ao glorificar o justiceiro de farda sem nunca se perguntar o que acontece quando o herói se torna indistinguível do vilão. Quinze anos depois de Tropa de Elite incendiar o debate nacional sobre violência policial, com leituras apaixonadas tanto … Ler mais